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quarta-feira, 19 de março de 2014

Testei: Wella Frizz Control Tratamento Ultra intenso

Olá, pessoal.

Hoje vou falar sobre um produto que encontrei por acaso em uma farmácia aqui perto da minha casa e me apaixonei.

De uns anos pra cá, eu fiquei viciada em produtos pra cabelo, pois hoje em dia cuido muito mais das minhas madeixas. Quando era adolescente, eu tinha preguiça de ficar fazendo massagens e não entendia muita coisa sobre cabelo. Com a internet, tudo ficou mais fácil. Hoje pesquiso muito pra saber qual a melhor maneira de cuidar deles e quais os melhores produtos.

Eu tenho cabelo fino e ondulado com muito (muito!!) volume, mas hoje em dia isso mudou, pois faço plástica dos fios. Depois falarei sobre isso com mais calma.
Agora meus cabelos estão lisos e no meio das costas, sendo que fiz luzes californianas. Ou seja, as pontas estão um pouco ressecadas.

Pois bem, mesmo pesquisando em sites eu costumo pesquisar também nas farmácias e perfumarias perto da minha casa. Às vezes dou sorte, às vezes não.
Sobre o produto que falarei hoje eu dei muita sorte, pois além de ser muito bom, ele é barato. Querem coisa melhor, meninas?

O nome dele é Frizz Control Tratamento ultra intenso, da Wella. Faz parte da linha Pro Series Frizz Control, que ainda tem shampoo, condicionador e leave-in.
Já tinha ouvido falar dela, mas nunca tinha experimentado nada da marca (além dos alisantes que usava quando adolescente).





Ele vem em formato de bisnaga e promete deixar seu cabelo macio em apenas uma aplicação. E isso mesmo pra quem faz escova progressiva. Quando li, achei um pouco de enganação, mas resolvi arriscar.
E qual não foi minha surpresa ao perceber que ele deixa MESMO o cabelo super macio em apenas dois minutos. Isso mesmo, dois minutos!

Ele promete restaurar e dar maciez aos fios, além de eliminar o indesejado frizz. Age nas camadas mais profundas dos fios, devolvendo o equilíbrio da umidade. Fora o cheiro que é maravilhoso e fixa nos cabelos!
Ele não é nem líquido e nem consistente demais; é meio pastoso. Por ser em bisnaga e com tampa de rosquear, dá pra dosar bem a quantidade, ou seja, rende muuuuito.

Uso após o shampoo e condicionador, deixo por 2 minutinhos, enxáguo e pronto! Cabelos macios, cheirosos e brilhosos. Os fabricantes recomendam o uso de uma a duas vezes por semana. Eu uso em todas as lavagens, pois lavo meus cabelos duas vezes por semana (se lavar mais do que isso, ele fica muito ressecado).
Comprei na Droga Raia por R$13,00.
Recomendo demais esse produto! É usar e amar!

E aí, mais alguém já usou esse produto? Gostou, amou, odiou? Deixe seu comentário.

Beijos no coração!

A volta dos que não foram

Ok, agora realmente esse blog ficou entregue às baratas. Sabem como é, duas mulheres independentes, super ocupadas e antenadas ficaram sem tempo pra vir aqui rsrsrs.
 Resolvi voltar com o blog e dou minha palavra que tentarei postar com mais frequência.
No momento estou de férias do trabalho (sim, estou trabalhando há 3 anos, finalmente!), então acho que conseguirei postar mais vezes. Vou ver com a Si se ela também quer voltar, pois tenho propostas bacanas para o blog. Enfim, estou de volta e espero que seja por um bom tempo!

Beijos no coração de todos (as)!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ok, esse blog tá entregue às moscas. Ultimamente não tenho coisas muito interessantes para compartilhar, ou talvez tenha, mas a preguiça me impede de sentar na cadeira e escrever.
O negócio é que ainda estamos vivas (rsrs) e assim que possível retornaremos com algo que realmente valha à pena escrever (ou, no caso de vocês, ler).
Beijos no coração de todos.
Gi.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Resenhando... Lápis Retrátil Contém 1G

“Dinheiro não dá em árvores!”, bradaria minha mãe seu eu dissesse a ela quanto gasto, em média, com produtos de higiene e beleza mês a mês. Mesmo que autoestima não tenha preço, eu insisto em investir na minha, e meu investimento deste mês foi em maquiagem. Entrei para o clube das garotas que não sai de casa sem maquiagem – é, aquele mesmo que eu critiquei minha infância inteira –, de maneira que, de vez em quando, vou resenhar um ou outro produto de que gostei ou não.

Começo sempre a me maquiar pelos olhos. Não sei se os maquiadores renomados dirão a respeito disso, mas não consigo seguir aquele ritual que eles descrevem nas revistas de moda e beleza. E o achado da vez foi o Lápis retrátil da Contém 1G (um grama, galera, porque grama, no feminino, é o matinho em que a gente insiste em pisar, mesmo quando não deve). Macio e de traço forte, o lápis serve tanto para delinear a parte superior como inferior dos olhos, e, segundo a fabricante, também pode ser esfumado com pincel para dar o efeito sombra. Ainda não testei essa funcionalidade, mas indico para quem gosta de traço forte e duradouro nos olhos.

Disponível nas cores preta e marrom. Eu testei o preto, e o efeito é realmente incrível.

Mas nem tudo o que reluz é ouro. O fato de que o traçado permanece nos olhos durante todo o dia é um ponto positivo para o Lápis Retrátil Contém 1G, pois o traçado de lápis de outras marcas desaparece ao longo do dia. No entanto, ser à prova d’água não é ser à prova de lágrimas. Após algumas horas de uso, o lápis causou irritação, fazendo meus olhos lacrimejarem. E, sim, o traçado borrou, o que me forçou a tirar o excesso com um lenço (porque o demaquilante para olhos, que mais pra frente pretendo resenhar, fica em casa). Mesmo assim, o item é indispensável para dar um plus na maquiagem pra baladinha do fim de semana.

Conclusão: provei e gostei. Mas posso variar, se encontrar produto melhor.

Produto: Lápis Retrátil Contém 1G

Preço: R$ 30, em média

Onde encontrar: Em São Paulo, lojas e quiosques Contém 1G espalhados em shoppings e estações de metrô.

Site: www.contem1g.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Viagem, interesses, perda, tristeza, alegria,...

Cheguei ontem de uma viagem que fiz à Ilha de Comandatuba com minha segunda família: pai, madrasta e irmã. Eu tentei usar a internet de lá pra ir postando todos os dias aqui, mas a hora lá estava MUITO cara e a internet móvel do meu pai não ajuda muito rs.

Fomos no domingo dia 19 e voltamos ontem, dia 26 de julho. Foi uma das semanas mais maravilhosas da minha vida! A viagem foi simplesmente fantástica: a paisagem era deslumbrante, o resort era maravilhoso, os funcionários são de outro mundo de tão atenciosos e simpáticos, as atividades eram das mais diversas e o tempo ajudou, mas não muito. Pegamos somente 3 dias de sol. Nos outros dias ou choveu ou ficou nublado, mas nada muito frio. Deu pra pegar um bonito bronzeado. Agora estou com uma cor de gente rsrs.

Todo dia tinha algo pra fazer e agora estou sentindo falta das atividades de lá rs. Por mim nem voltava pra casa do meu pai, ficava por lá mesmo, maaaas como ainda não ganhei na loteria ou herdei alguma herança milionária, tive que voltar pra dura e fria (e coloca fria nisso. Sampa tá um gelo!) realidade.

Conheci pessoas fantásticas lá e descobri que ter uma irmã mais nova às vezes tem suas vantagens rs. Por causa dela (minha irmã tem 6 aninhos), conheci vários monitores que trabalham lá e dois em especial me chamaram a atenção: um por ter um corpo maravilhoso (tá, ele era bonito e muito simpático também) e outro por ter o sorriso mais lindo que eu já vi (e era lindo e simpático também)! Pena que esse último era casado. Bom, ao menos eu acho que era, pois vi um anel SUPER brilhante em sua mão esquerda. Com este fiquei apenas olhando e babando mesmo, já com o segundo cheguei a conversar um pouco e tal, mas nada mais que isso. Não pensem besteira, seus pervertidos!!

O que mais me ecantou lá (além do lugar paradisíaco, claro), foi a diversidade de pessoas que encontrei. Tinha gente de todas as idades, de todos os lugares, de todos os tipos. E não tô falando só dos hóspedes não; falo dos funcionários também. Estes foram de uma educação e simpatia sem fim, tanto com minha família como com todos os outros hóspedes. Estavam sempre prontos a ajudar e te davam toda a atenção que dispunham. Eles fazem de tudo pra você se sentir bem.
Aí você me diz: claro, eles são pagos e treinados pra isso. Sim, concordo com você, mas eu já vi tanta gente que passou pelo mesmo tipo de treinamento e que recebia pra ser simpático e, mesmo assim, não conseguia. Acho que o local de trabalho também ajuda rsrs.

Sei que amei ficar conversando com as pessoas que conheci lá (eu sou MUITO curiosa e AMO conhecer gente nova), sejam funcionários ou hóspedes. Já estou com saudades de todos.

A comida dos restaurantes também era maravilhosa. Não sou muito chegada a frutos do mar, mas comi uma moqueca (ou bobó, não lembro agora) de camarão que era um sonho! Meu pai e minha madrasta não estavam com muita fome no dia, então eu comi o prato todo sozinha praticamente. Não sei como não voltei rolando pro quarto rsrs.

Ah, fizemos um passeio de quadriciclo que foi o máximo (eu dirigi o troço e não bati em nada! Milagre rs) e outra na lama negra medicinal que eles têm lá. Claro que eu não me arrisquei a me sujar; minha parte fresca e paty apareceu no dia hahahaha. Já minha irmã não se fez de rogada e partiu logo pra guerra de lama que um dos monitores começou. Tentaram me colocar no meio, mas eu sou ninja e fugi (mentira, me escondi atrás do meu pai =x). Nesse dia choveu pra caramba e teve uma menininha que não gostou da lama e começou a chorar, pedindo pela mãe. Os outros monitores estavam ocupados com as outras crianças, então adivinhem quem cuidou da garotinha? Isso ae, euzinha o/. Nem me importei porque amo crianças, então tava tudo certo. A menininha (que era uma fofura) se chamava Carolina, tinha 5 anos e estava ali porque a mãe a "jogou" nesse passeio. Fiquei com dó dela e raiva da mãe que nem pra saber o que ia acontecer nessa atividade. A Carol dormiu no meu colo a viagem toda de volta e quase tive que chacoalhá-la forte pra que acordasse. Acho que vou desistir da psicologia e trabalhar como babá rs. Ou como monitora em resorts baianos =x.

Duas coisas fizeram sucesso no resort: minhas tranças e o motivo de eu ser irmã da minha irmã O.o. Calma que explico rs.
Em relação às tranças (eu estou usando microtranças no cabelo), todo mundo perguntava como eu tinha feito, quanto tempo durava, como lavava, quanto tempo levou pra fazer, entre outras coisas e logo depois diziam que tinha ficado muito legal. As crianças não paravam de passar as mãos nas minhas tranças e me senti meio que uma ET, mas nada muito alarmante rs.

Já em relação á minha irmã, perguntavam muito: "O que você é da Bruna?". Quando eu respondia que era irmã, ninguém acreditava. Todo mundo achava que eu era mãe ou tia dela. E logo depois vinha a pergunta (principalmente por parte das crianças): "Quantos anos você tem?". Me lembro de quando respondi essa pergunta pela milésima vez, uma menina ficou de boca aberta e eu comecei a rir. É sério, o que eu mais ouvia era essa pergunta: o que eu era da Bruna. Cheguei a pensar em fazer uma placa ou gravar minhas respostas pra usá-las quando me perguntassem isso de novo. Não porque estivessem me chateando, pelo contrário, eu adoro a cara que as pessoas fazem quando falo que tenho uma irmã de 6 anos, mas sim porque me faziam essa pergunta várias vezes ao dia.

Lá também tem uma boate, mas fui apenas 2 noites porque não tinha companhia e ficar dançando sozinha não é lá muito empolgante rs.

Fiquei muito feliz enquanto estive lá, mesmo nos dias de chuva. Fiquei triste só no dia da partida, pois fez um dia lindo, como se a Bahia estivesse se despedindo da gente. Guardarei esses 7 dias nas minhas lembranças pra sempre!
Espero poder voltar pra lá algum dia. Pelo que ouvi meu pai dizendo, eles pretendem voltar ano que vem. Vou ver se consigo me esconder na mala e ir junto rsrsrs.

A única coisa ruim que aconteceu nessa viagem, foi que perdi a máquina digital da minha mãe. Não gosto de perder as coisas, ainda mais quando é dos outros. Sou uma esquecida por natureza e só não perco a cabeça porque tá grudada no pescoço. Fiquei 3 dias enchendo o saco do Achados e Perdidos do resort, andei por todo o lugar (e olha que lá é ENORME. O bom disso foi que gastei muitas calorias rs)e nada. Com certeza alguém achou minha máquina e ficou com ela.

Gente, naquele lugar eu deixava minha bolsa com documentos, cartão de crédito, grana, Ipod e celular nas cadeiras da piscina e ia andar pela praia ou ficar com minha irmã e ninguém mexia! Por que justo quando perdi a máquina ninguém devolveu? Fiquei arrasada. Agora terei que usar meu lindo dinheirinho da poupança pra comprar outra pra ela. Isso é pra eu aprender a ser mais ligada nas coisas.
Isso sem pensar nas fotos lindas que tirei lá. Todas perdidas, ai ai...Espero que ao menos não as coloquem na internet rsrs.

O chato da volta também foi que o avião atrasou um pouco e na escala em BH tivemos que trocar de aeronave, pois o ar condicionado não estava funcionando. Ou seja, saímos do resort às 14h e só chegamos em Sampa às 22h, cansadíssimos, mas felizes pelos dias maravilhosos que tivemos.

Se alguém, algum dia, for pra Bahia, vá para o Hotel Transamérica de Comandatuba. Você vai amar! Recomendo com toda certeza do mundo e sem medo de errar!

Bom, post meio sem nexo, apenas pra contar das férias e atualizar isso aqui. Agora é voltar ao "batente": arrumar emprego logo!!!
Dona Si, apareça por aqui, por favor!

Beijos no coração de todos e fiquem com Deus.
Carpe diem.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Liberdade

Estreando nossos posts propriamente ditos. O que vou postar agora já foi escrito há alguns anos. Há uns quatro anos pra falar a verdade, mas é um post ainda atual e muito querido por mim. Aí vocês me perguntam: "Por que?". Bem, esse texto, como diz o título do post, fala sobre liberdade e naquela época eu estava "lutando" com essa palavrinha tão simples, mas de significado tão complicado. Era uma época em que eu estava "lutando" pra conseguir minha própria liberdade. E não somente liberdade em relação às outras pessoas, mas liberdade pra me assumir como sou, não me importanto com que os outros falam ou pensam (é, realmente acaba tendo a ver com outros também rsrs). Liberdade pra assumir meus sentimentos, meu erros, meu acertos, minhas lágrimas, meus risos, meus ataques de bobeira, minha lerdeza (é, eu sou lerda rsrs), minha raiva, minha ansiedade, minhas angústias, meus medos, ou seja, me assumir como pessoa perante os outros e perante mim mesma (que é o mais importante). Bom, chega de "lenga lenga" e vamos ao post.

Liberdade...

Eita palavrinha pequena pra significar uma coisa tão grande.
Vamos parar pra pensar sobre isso: será que somos realmente livres?

Vivemos nossa infância, adolescência e o começo da vida adulta na “barra da saia” dos pais. Eles que nos protegem, que nos falam o que fazer e como fazer, que nos ensinam tudo. Depois, aos poucos, vamos aprendendo a caminhar com nossas próprias pernas. Viramos adolescentes (ou “aborrescentes” pra alguns) e já não precisamos tanto assim que nossos pais nos digam o que fazer. Mas mesmo assim ainda precisamos da ajuda deles.

Depois vamos pra faculdade e nossos horizontes se expandem mais ainda. Conhecemos muitas pessoas diferentes, com idéias e ideais diferentes, entramos em contato com culturas diferentes. Nessa fase, já estamos quase saindo daquela “saia”, que já não consegue mais nos esconder do mundo.

Saímos da faculdade, começamos a trabalhar (se dermos muita sorte!), fazemos pós e formamos família (se dermos mais sorte ainda!). Saímos da casa dos pais e vamos pra nossa própria casa (se ganharmos na loteria!). Aí temos que nos virar com tudo aquilo que aprendemos com nossos pais e com a vida, com nossas próprias experiências.

Começamos a nos ver livres de tudo, ou seja, saímos da já famosa “barra da saia” dos pais e achamos que agora sim temos toda a liberdade do mundo. É a maior felicidade: ninguém pra nos chatear, falar pra voltar pra casa mais cedo, ninguém ligando pra saber onde estamos, etc etc etc. Aí que você se engana! Posso te contar uma coisa? Nós só somos livres de verdade a partir do momento em que fazemos nossas próprias escolhas e vivemos através delas. Isso sim é liberdade.

Você pode ser livre, mesmo morando com seus pais, tios, avós, amigos, companheiros, gato, cachorro, papagaio, e seja lá mais o que for! As suas escolhas é que fazem de você uma pessoa livre!

Você pode estar morando sozinho(a) e não ter ninguém que peça satisfações de sua vida, mas se estiver vivendo através do que a sociedade dita como sendo uma vida boa ou o que seja normal, me desculpa amigo(a), mas você não é livre coisíssima nenhuma!

Se estiver vivendo aquela coisa que a sociedade ou a cultura ou a religião diz que devemos fazer (nos formar, trabalhar, casar e ter filhos) e isto não for do seu desejo, você nunca será livre!

Ser livre é ter a ousadia de escolher e viver plenamente a sua escolha. Ser livre é mostrar a que veio, assumindo toda a responsabilidade por seus atos e as conseqüências destes. Ser livre é ter coragem de dizer “Assim escolhi!”, não importando o que os outros irão dizer. Ser livre é perceber que o espírito de um homem se constrói a partir de suas escolhas.

Ser livre é escutar sua própria voz interna e viver de acordo com ela. Ser livre é não deixar que sua existência seja um acidente; é tomar posse do seu plano de vida. Ser livre é perceber que o tempo não pode ser detido, que a vontade não pode querer pra trás. Ser livre é, mesmo sabendo que morreremos, perceber que a vida tem valor. Ser livre é compreender que nosso dever é aperfeiçoar a natureza, superarmos a nós mesmos, nossa cultura, nossa família, nosso desejo para nos tornarmos quem fomos e o que seremos. Ser livre é perceber que viver é correr perigos. Ser livre é perceber que viver é uma constante mudança e que precisamos ser flexíveis.

“Torna-te quem tu és!”, “Conhece a ti mesmo!”, são frases que deveriam estar nas nossas mentes e corações o tempo todo!

Eu, pessoalmente e atualmente, tenho pensado muito em uma das muitas escolhas que fiz na minha vida. É uma escolha da qual tenho me arrependido e tenho pensado muito em como seria minha vida hoje se tivesse tomado outro caminho. Mas tenho toda a liberdade de dizer: “Assim escolhi!”. Tenho toda a liberdade de ficar arrependida, ou não. Mas também tenho que arcar com as conseqüências dessa escolha e continuar em frente, pois, como também já disse, “o tempo não pode ser detido e a vontade não pode querer pra trás”.

Liberdade...

Eita palavrinha pequena pra significar uma coisa tão grande.
Vamos parar pra pensar sobre isso: será que somos realmente livres?



PS: texto mixuruca baseado em trechos do livro “Quando Nietzsche chorou”.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Primeiro post

Olá, amigos(as)! Post apenas pra iniciar isso aqui. Como diz o texto de boas vindas, escreveremos qualquer coisa que passe pela nossa mente quase normal. Falaremos sobre coisas do cotidiano; nossos pensamentos; resenhas sobre livros, filmes ou qualquer outra coisa que nos interesse.
Esperamos que se divirtam ou que reflitam sobre alguns textos.
Novamente, sejam bem vindos(as)!
Beijos no coração de todos.
 
 
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